Um Romance Proibido – A Revelação

Meu coração começou a disparar e minhas pernas amoleceram ao ver David fechando a porta e vindo em minha direção, notei que seus olhos estavam inchados como se tivesse chorando e seu rosto estava vermelho, como sempre fica quando está nervoso.

- Puta que pariu Danilo, eu vi! – dizia David andando de um lado para o outro.
- O que houve David?

David sentou-se na cadeira a frente da minha mesa e deitou sob os braços chorando, chorava muito chegando a soluçar, aquilo me cortou o coração. Levantei-me levando minhas mãos sob seus ombros, mas muito nervoso, ele me afastou.

- Vamos resolver isto juntos David – eu disse.
- Como Danilo? Diz-me como! Eu acabei de pegar aquela vagabunda aos amassos com o diretor em sua sala! A puta já estava com a calcinha no chão!

Logo que disse isto raciocinei que falava de sua ex-namorada, Raquel, por quem era apaixonado. Ela terminou o namoro com ele a cerca de uma semana, pedia um tempo. Desde então David só sabia beber e se lamentar. Não posso ser hipócrita a ponto de não admitir que me causou um alívio saber que seu desespero não era por minha causa, porém ver o amigo naquele estado me abalou emocionalmente.

Ficamos ali na sala por um tempo, ajudei a se restabelecer e depois que estava um pouco mais calmo o levei até sua casa. Quando parei em frente à casa de David sua mãe estava lavando a garagem, descemos do carro, me despedi de David com um forte abraço, Luci nos olhava, e eu olhava-a diretamente nos olhos.

David entrou e mal cumprimentou a mãe. Luci veio até mim expressando preocupação e perguntava o que havia ocorrido; contei toda história para ela e enquanto a dizia meu desejo era de pegá-la em meus braços, abraçá-la e beijá-la. Parecia existir uma energia que envolvia nossos corpos, como a força de um imã.

Luci lamentou pela dor do filho e assim que concluímos a conversa despedi-me dela, nos demos um abraço. E foi neste abraço que tive a plena certeza do que eu estava sentindo, foi uma explosão de sentimentos, o abraço se tornou forte para ambos, a energia que eu já sentia tornou-se uma força indescritível. Olhamo-nos, nossas bocas se aproximaram e então Luci hesitou.

- Não, não posso. – Disse ela se soltando de mim e andando para dentro de sua casa.

Entrei no carro; ela me olhava ainda da garagem e então parti.

Passou-se uma semana desde a última vez que vi Luci e ela continuava muito viva em mim. E foi numa noite de Chuva e Lua Cheia onde onde eu admirava distraído a noite da varanda do meu apartamento que a campainha tocou.

Eram 23h, quem poderia ser? Eu pensava; o prédio onde moro é simples e não tem nenhuma política de segurança para entrada de pessoas, portanto esperava de tudo.

Vestindo apenas um short e camiseta abri a porta e dei de cara com ela, Luci, completamente molhada, trajava uma calça jeans e blusinha preta e segurava nas mãos um par de salto alto.

Nos olhamos por segundos e sem questionar como tinha chego até mim a tomei em meus braços e nos beijamos. A trouxe para dentro do apartamento, fechei a porta, encostei-a contra a porta a beijando intensamente, tirei sua blusinha, sutiã, ela tirou minha camiseta.

Mordisva seu pescoço e desci a boca até seus seios onde passei a chupá-los fazendo a gemer . Carreguei Luci em meus braços a levei até meu quarto, deitei-a em minha cama, a janela estava estava aberta e o brilho da Lua irradiava o quarto e deixava-a extremamente sensual.

Tirei sua calça a deixei apenas com sua minúscula calcinha, vermelha, de renda. Segurando seu pezinho em minhas mãos o beijava, mordiscava e descia por toda extensão de sua perna a beijando até chegar em sua calcinha. Levei a boca por cima de seu sexo e dei uma leve mordida, segurando as laterais de sua calcinha fui tirando-a, até deixá-la completamente nua.

Deitado entre suas pernas comecei a chupar sua buceta molhadinha, que delícia, ela se contorcia gemendo bem gostoso e segurava forte meus cabelos. Alternava socando um dedo nela e bolinando em um ritmo intenso e assim a fiz gozar diante de meus olhos.

Tirei meu short e deitei-me na cama puxando-a para mim, ela logo entendeu o que eu queria e então montou em cima de mim, ajeitei meu pau em sua bucetinha e ela foi sentando e logo estava cavalgando e gemendo forte, ela aumentava o ritmo a cada instante. Aquele ritmo exigiu uns belos tapas em sua bunda que foram bem dados, a via morder os lábios ao sentir os tapas e sua expressão era de puro prazer.

Gozei, e no segundo seguinte ela também. Luci deitou-se sob meu corpo, ficamos abraçados sem nada a dizer, a Lua nos iluminava, voltamos a nos beijar e depois transamos mais umas 3 vezes até cansarmos e dormimos abraçadinhos.

Pela manhã acordo sentindo uma sensação muito prazerosa, abro os olhos e vejo Luci sentada sob minhas pernas, inclinada e chupando meu pau, sorrimos um para o outro. Luci me fez gozar em sua boca e ela engoliu tomo o meu prazer.

Fiquei deitado na cama e a vi ajeitando-se, foi até o banheiro lavou o rosto, voltou e deitou-se sob mim, sorriamos um para o outro. Neste momento eu ia perguntar como ela chegou até mim, iria enchê-la de perguntas e quando ela notou isto, colocou um dedo em minha boca e disse:

- Não, não, não pergunte nada, não diga nada, não estrague este momento.
Me beijou, a tomei em meus braços a beijando apaixonadamente.
Luci então levantou-se e saiu, na porta do quarto parou, olhou para mim, sorriu e me disse o que eu mais desejava ouvir dela:

- Estou apaixonada por você garoto.

Partiu me deixando ofegante de alegria, meu coração estava disparado, a minha vontade era de correr atrás dela e agarrá-la, mas a minha razão ainda estava viva e ajudou-me a pensar e conduzir melhor o caso.

Na empresa em uma conversa informal com David perguntei sobre seus pais e ele me revelou que as coisas em sua casa não andavam muito boas, seus pais estavam brigando muito e que sua mãe na última noite não havia dormido em casa. Disse-me ainda que seu pai desconviava que sua mãe andou o traindo, fiquei preocupado com o que poderia acontecer se fossemos descobertos.

Na hora do almoço recebo uma mensagem no celular:

“Preciso te ver agora. Abraços, Luci”

Um Romance Proibido

Vou relatar a vocês um caso extremamente delicado, um romance proibido que me vem tirando boas noites de sono. Meu nome é Danilo, tenho 28 anos, solteiro e independente; moro sozinho em um simples apartamento em Santa Tereza – BH.

Sou Paulistano e mudei-me para Belo Horizonte há uns oito meses, a trabalho e foi na empresa que conheci David, um cara super gente boa que acabou virando meu melhor amigo. Ele é meio cabeça dura, mas é de confiança, tem seus 22 anos ainda. Foi através de David que Luci apareceu em minha vida.

Numa sexta-feira havíamos saído da empresa e ido direto a um barzinho, era dia de clássico Atlético Mineiro x Cruzeiro, é engraçado como a cidade praticamente para diante deste jogo. David um cruzeirense fanático tomou todas naquele dia e acabou sobrando para mim no final da noite levá-lo pra casa.

Já era 1h da manhã quando chego a sua casa, com ele pendurado e praticamente desmaiado no meu ombro. Usando as chaves dele abri o portão de sua casa, depois a porta dos fundos que deu na cozinha.

Levei-o até a sala o colocando no sofá. Eis que a luz da escada se ascende e descendo as escadas surge ela; uma mulher incrível possuía um corpo extremamente sensual, perfeito, um sorriso lindo e uma simpatia cativante. Ela me olhou nos olhos e logo disse:

- Você deve ser o Danilo, prazer sou Luci, a mãe do David, ele fala muito de você.

Fiquei boquiaberto, a admirava por inteiro e por uns segundos quase não consegui falar.

- Sou eu mesmo, muito prazer. Precisei trazer seu filho ele está um pouco mal, posso jogá-lo no chuveiro com água fria se quiser. – eu disse.

- Não, não precisa. Se puder só leve-o até o quarto dele e deixe-o na cama, este menino não toma jeito mesmo viu!

Luci me acompanhou até o quarto dele, o deixei deitado na cama e depois descemos. Percebi que a porta de um quarto lá em cima estava fechada e de lá vinha um roncado ensurdecedor, provavelmente seu marido, imaginei.

Ia me despedindo de Luci quando ela me ofereceu um café, aceitei e ficamos na cozinha conversando um pouco. Ela estava linda, usava uma camisola branca, curta, e que pernas! Nos pés tamanco. Trocava mos olhares e sorrisos o tempo todo, ela dizia tanta coisa, percebia que em nenhum dos assuntos seu marido estava no meio, falava muito de seus sonhos e gostos.

Via-me cada vez mais louco por aquela mulher, a desejava e no momento em que ela levantou-se e deixou nossos copos na pia da cozinha. Levantei-me e puxei-a pelo braço e em um golpe rápido a beijei.

Do contrário que eu esperava Luci não evitou o beijo e envolvendo seus braços em meu corpo me beijava com volúpia. Nossas mãos deslizavam pelo corpo um do outro se conhecendo, em carícias cada vez mais quentes.

Desci as alças da camisola de Luci; sua camisola deslizou de forma leve pelo seu corpo a deixando somente de calcinha. Comecei beijar seus ombros e descendo passei a chupar intensamente seus seios, mordiscava seus biquinhos fazendo a soltar breves gemidos.

Continuei descendo beijando toda sua barriguinha; ela usava uma calcinha branca de renda, pequena, muito sensual, mordisquei sua xaninha por cima da calcinha, ela se contorcia e segurava firme meus cabelos.

Segurando sua cacinha pelas laterais comecei a baixá-la revelando seu sexo lindo, bem cuidada, corte tipo moicano. Não resisti e abocanhei-a chupando com intensidade, minha língua brincava em seu grelo. Lucia abriu a perna facilitando minha língua adentrar em sua xaninha.

Levantei-me e carreguei Lucia a colocando sentada na pia, agachei-me e voltei a chupar sua boceta, alternava socando meus dedos nela bem rápido e intenso, sua expressão era maravilhosa, de prazer, entrega. Enquanto bolinava sua xaninha com os meus dedos a beijava apaixonadamente.

Então não resisti mais, abri minha calça, liberei meu pau e comecei a esfregá-lo na entrada da sua xaninha, a via morder os lábios e sua respiração estava ofegante. Eu começava a colocar a cabeça do meu pau e tirava e votava a esfregá-lo no seu grelinho, na sua entradinha.

Ela começou a falar baixinho:

- Vai anjo, me come, por favor.

Assim que ela disse isto soquei minha rola, numa estocada firme, ela soltou um gemido mais alto no qual fiquei inclusive com receio de alguém ter ouvido, mas este receio durou menos de m segundo e logo eu estava bombando, metendo forte.

Enquanto eu metia, nos beijávamos suas mãos tiraram minha camiseta e eu sentia suas unhas cravarem nas minhas costas e descendo rasgando-a. Isto fazia eu meter mais forte ainda, aumentando o ritmo a cada segundo.

Luci gozou, me abraço forte e eu sentia sua boceta mordiscar meu pau, o que fez eu gozar logo em seguida, dentro dela! A olhei preocupada, ela olhou nos meus olhos, sorriu e disse:

- Fica calmo, eu me cuido.

Ficamos alguns minutos trocando beijos e carícias. Depois nos ajeitamos e antes de sair demos um último beijo. Ela me olhou, acariciando meu rosto e disse:

- Anjo, é complicado, isto na poderia acontecer e não pode acontecer novamente. - Fui embora com a promessa de segredo e evitar uma nova situação daquela.

No dia seguinte na empresa, eu estava sentado na minha sala, sozinho e justamente pensando em Luci, mal conseguia encostar-me na cadeira devido as costas estarem rasgadas.

De repente David aparece, entra na sala fecha a porta e diz:

- Preciso falar com você.

Um chocolate, um cafuné e ...

Tenho 32 anos, solteiro e carente, sempre fui um homem extremamente carinhoso e muito romântico, acredito que por isto estou sozinho. As mulheres vivem falando da boca pra fora que desejam homens mais românticos e menos rudes, mas no fundo parece que gostam de ser maltratadas e é aí que os sacanas ganham espaço. Andei tentando mudar meu jeito; ser um cara mais “malvado, safado”, mas não obtive êxito, não era de meu feitio, mas estas tentativas cessaram quando...

Era uma manhã de terça-feira, eu estava de férias, o dia estava turvo, nuvens escuras e relâmpagos dominavam o céu desenhando o cenário
de um dia chuvoso.

Como de costume, eu fazia minha caminhada no parque próximo de casa quando a chuva começou a cair. E do contrário da maioria das pessoas eu continuava ali, correndo na chuva, sentindo-a, adoro a chuva, como dizem por aí a chuva lava a alma.


Na volta, estava parado em um farol faltando menos de uma quadra para eu chegar a minha casa quando vejo a minha frente uma mulher cair no chão, do outro lado da avenida, sem esperar o farol abrir eu corri na primeira oportunidade de passagem e cheguei até ela.
Era uma bela mulher, cabelo ruivo até os ombros. Queixava-se do tornozelo, tirei seu salto, examinei e parecia ter sofrido uma contusão. Apresentei-me, a chuva nos castigava forte naquele momento, disse a ela que minha casa era próxima e que eu poderia tratar emergencialmente de seu machucado.

Ela olhou-me, me examinou por um segundo e depois concordou, ajudei-a se levantar, ela usava um vestido social preto, curto, marcava bem seu belo corpo, perguntei-a se conseguia andar se apoiando em mim, ela tentou e vi que encontrava dificuldades. Então num golpe rápido a carreguei nos meus braços, ela soltou um gritinho assustada, eu sorri e ela me devolveu um belo sorriso, a chuv
a caindo em sua pele a deixava mais linda ainda.

Levei-a até minha casa. Coloquei-a sentada no meu sofá mesmo a pedidos que não, por estar molhada. Agachei-me na sua frente, olhei-a sorrindo e disse:


- Posso? Ela ficou toda corada e respondeu:
- O que? Não entendi?
- O seu tornozelo, posso olhá-lo? – respondi.

- Ah sim claro.

Ela entregou o seu pezinho e estava super envergonhada, sorriamos o tempo todo um para o outro. Eu tinha uma visão privilegiada de onde estava, via sua calcinha preta e tinha uma visão sensacional daquelas lindas pernas.


- Como se chama? – perguntei a ela.
- Carol.

Comecei a olhar seu tornozelo, não parecia nada grave e recomendei ela passar uma pomada que eu tinha, mas qu
e antes ela deveria tomar um banho e tirar aquela roupa molhada para não pegar uma gripe.

Ofereci minhas roupas para se vestir.
Ela agradeceu me dizendo que eu era muito gentil e aceitou. Acompanhei-a até o banheiro; na porta, entreguei-a uma calça e uma camisa e pedi que levasse depois a sua roupa, pois a colocaria na secadora.

Enquanto ela tomava o banho eu preparei um chocolate quente e um lanche para nós. Minutos depois, eu ainda estava na cozinha ela apareceu vestindo apenas a minha camisa que ficou enorme nela, mas muito sexy, ela brincava dizendo que havia sumido na camisa por isto nem precisou da calça.


Eu a olhava por inteiro e nossos olhares sempre se encontravam, cheguei junto dela pegando a roupa molhada de sua mão, neste instante ela segurou minha mão, olhou-me nos olhos e disse:


- Obrigado por estar sendo tão carinhoso e gentil comigo.
- Fiz chocolate quente – respondi sorrindo.

Ficamos nos olhando por um segundo ainda e
saí para colocar as roupas na secadora, foi neste momento que me impressionei ao me deparar com sua calcinha, preta de renda, a cheirei e logo pensei, ela está sem calcinha! Aquilo me deixou muito excitado.

Voltei para a cozinha meio atordoado, ela não estava ali, fui para a sala e vi que ela olhava a estante onde coloco os livros e DVDs. Assim que notou minha presença ela virou-se para mim sorrindo, vindo em minha direção, segurava a caneca com chocolate quente.


- Noto pelos livros e filmes que és um homem romântico.
- Sim.
- Difícil encontrar homens assim hoje em dia.
- Talvez seja porque seja difícil encontrar mulheres que gostem de homens assim.

- Uhmm eu gosto. – disse isto ficando de frente e junto a mim.

Fiquei sem jeito e ela notou isto, sorriu e
disse:

- Que tal agente assistir um destes filmes juntos?
- Acho uma ótima idéia.

- Você vai tomar um banho e tirar esta roupa molhada e eu preparo a pipoca pra gente, que tal?

Concordei, sorríamos o tempo todo um para o outro, indiquei onde estaria a pipoca de microondas para preparar e subi pra tomar um banho. Tomei um banho, vesti uma roupa mais confortável, um short e uma camiseta.

Quando desci as escadas notei que as cortinas da sala estavam puxadas e a sala estava escura. Carol estava sentada no sofá e o filme P.S Eu te amo estava começando, ela olhou pra mim sorrindo:


- Não agüentei te esperar, vem cá senta aqui comigo, este filme é lindo!
- Tudo bem, este é um dos meus preferidos.

Sentei-me ao seu lado, fiquei olhando seu corpo, suas pernas dobradas em cima do sofá, o seu jeitinho de comer a pipoca. Ela virou-se e nossos olhares se encontraram, ela sorriu e veio se aconchegando junto ao meu corpo, deitando e encostando a cabeça no meu ombro, meus braços a envolveram e ficamos um tempinho assim.


Sentia seu cheiro, o calor do seu corpo, este era o dia que mais desejei e sonhei n
a vida. Num dado momento olhamo-nos novamente, sorrisos nos lábios, lábios estes que foram se aproximando, até que nos beijamos. Que boca! Que beijo! O beijo ganhava fervor a cada segundo até que ela se levantou e sentou-se no meu colo de frente pra mim, voltamos a nos beijar agora de forma mais ardente, minhas mãos deslizavam por suas pernas até sua bunda onde a apertei com vontade.

Meus dedos tocaram seu sexo lisinho, fiquei a tocando com desejo, ela interrompeu os beijos para gemer gostoso ao pé do meu ouvido e depois tirou minha camiseta e voltou a me beijar. Comecei a desabotoar a minha camisa que ela usava, até tirá-la deixando-a completamente nua, como ela era linda!

Comecei a chupar seus peitos, mordiscar seus biquinhos, ela gemia gostoso, fechava os olhos curtindo o seu prazer. Carol levantando-se puxou meu short, ajudei-a a tirá-lo e ela então veio sedenta e abocanhou meu pau, chupando com intensidade. Quase me fez gozar em sua boca, mas depois Carol sentou-se novamente no meu colo de frente para mim, ajeitei meu pau na sua xaninha e ela sentou.

Que delícia, logo ela começou a cavalgar, não parávamos de nos beijar, meus braços a envolviam a trazendo bem junto a mim.
Senti suas unhas arranharem minhas costas; neste momento a levantei e coloquei-a no sofá de quatro, puxei seu cabelo virando seu rosto e
a beijei.

Ela disse:


- Vem me come bem gostoso.

Então me posicionei atrás dela e soquei na rola na sua xaninha bem forte e fui estocando sem parar, fazendo a gemer intensamente. Enchia-
a de tapas na bunda ao mesmo tempo admirando sua feição de prazer.

Carol gozo
u, ela urrou forte ao gozar. Neste momento a segurei firme e aumentei mais ainda o ritmo das estocadas, ela gemia e gemia forte, então gozei e a fiz gozar novamente!

Sentei-me no sofá ofegante, ela veio até mim, acariciou meu rosto, sem nada dizer me beijou e encostou a cabeça em meu peito. Fiquei fazendo um cafuné nela, e ficamos o dia todo juntos, fizemos amor em quase todos os cantos da casa, ela saiu de casa somente no dia seguinte pela manhã.

Estamos juntos hoje, namorando e estou muito feliz.